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VANDALISMO E PRESERVAÇÃO
Nem o museu histórico de Poços de Caldas, Minas Gerais, escapou da ação dos
vândalos que picharam os muros e paredes. Coordenador da casa pede ação enérgica. Leia!

Na madrugada do dia 19 de janeiro de 2009, para a tristeza de muitos poços-caldenses, o Museu Histórico e Cultural, mesmo num momento em que passa por reformas importantes, foi alvo de vandalismo, tendo pichados muro e algumas de suas paredes.  Como o museu está em reforma desde outubro de 2008, depois de ter sido tombado, o coordenador Haroldo Paes Gessoni mostrou-se indignado e entristecido com a ação dos marginais.

Segundo ele, o museu recebe mensalmente cerca de 1.500 visitantes o que decepciona tanto mais, pois, como advertiu, trata-se de um prédio tombado e boa parte dos vândalos devem ser, pelo que se pode apurar, jovens e estudantes que fazem questão de deixar a sua marca. O coordenador lembrou que a falta de consciência está levando a administração do museu a reforçar a segurança através da Guarda Municipal e lutar por medidas enérgicas para acabar com os registros de vandalismos como os ocorridos.

O inspetor Bastos, da Guarda Municipal, apresentou balanço mostrando que, em dezembro de 2008, foram registrados 17 atos de vandalismo e em cinco deles foi procedida a prisão em flagrante dos autores. Por exemplo, na escola municipal Vitalina Rossi foram preso/apreendido um maior e menor de idade e, no complexo da Urca, segundo a mesma fonte, houve apreensão de três menores infratores.

O coordenador do Museu Histórico e Cultural de Poços de Caldas, MG, Haroldo Paes Gessoni lembrou que a casa recebeu recursos da ordem de 120 mil reais para a sua reforma.

 

 

 

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