O DATA PESQUISA aceitou o desafio de tratar de um novo personagem sexual que começa a ocupar espaço considerável na organização social contemporânea. Ocorrência, aliás, amplamente verificada em Poços de Caldas e em todo o sul de Minas. Trata-se figura da Maria Purpurina! Maria Purpurina é a denominação que se dá à mulher que aceita um marido dotado de hábitos homossexuais.
Desta forma, o DATA PESQUISA levantou o que pensam os sul-mineiros, homens e mulheres, residentes nas cidades de Alfenas, Andradas e Poços de Caldas em torno desta questão. O levantamento foi realizado no período de 12 a 16 de junho de 2009. Neste período, os telefoneiros do DATA consultaram aleatoriamente populares das cidades anteriormente citadas, via telefone, fazendo uso da lista telefônica, sem um critério definido.
Vale dizer que esta tomada de opinião não pode ser chamada de pesquisa, vez que não foram observados métodos e critérios necessários que dariam cientificidade aos resultados apurados. Assim, os telefoneiros do DATA, ao serem atendidos e devidamente identificados, perguntavam: Você admite a idéia da “Maria Purpurina”? Eis pois os resultados alcançados:
- Você admite a idéia da "Maria Purpurina"? - |
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HOMENS |
MULHERES |
HOMENS |
MULHERES |
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20 a 40 anos! |
20 a 40 anos! |
20 a 40 anos! |
20 a 40 anos! |
Acho Admissível |
5 |
23,80% |
8 |
38,10% |
5 |
23,80% |
8 |
38,10% |
Acho Inadmissível |
10 |
47,60% |
8 |
38,10% |
10 |
47,60% |
8 |
38,10% |
Não quis/Nem soube opinar |
6 |
28,60% |
5 |
23,80% |
6 |
28,60% |
5 |
23,80% |
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Fonte: DATA MUNDO |
Vale ressaltar que os telefoneiros do DATA sempre tinham que explicar às pessoas interceptadas quem é, de fato, a personagem Maria Purpurina e o por que desta denominação. Os resultados do levantamento, todavia, tomou dois rumos claros. O primeiro destino, o “dateiro” pode ver através do resultado apurado acima, onde os entrevistados mostraram alguma tolerância à idéia da existência de um marido com hábitos homossexuais.
O segundo caminho só surge quando o entrevistador perguntava se o entrevistado (no caso, a entrevistada) “admitiria em sua vida” um marido afeito a tais hábitos. Neste cenário – quando a entrevista em lugar de visualizar punha-se na cena – a ampla tolerância anteriormente notada na pesquisa, desaparecia completamente, registrando marcas de aproximadamente de 99% de rejeição.
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