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MULHERES E A TRAIÇÃO
Embora os homens traiam mais, mulheres do sul de Minas dizem, em sua maioria,
que seriam infiéis, sim, para "dar o troco" no parceiro. As mais novas tendem a trair mais.

Os “telefoneiros” do DATA ligaram aleatoriamente para números telefônicos da  lista das cidades mineiras de Alfenas, Varginha e Poços de Caldas, com o fim de produzir uma nova enquete. O levantamento aconteceu no período entreposto aos dias 15 e 20 de janeiro de 2009.

No total, 96 pessoas foram ouvidas, divididas em 4 grupos distintos, embora a proporcionalidade população/ouvidos não tenha sido respeitada pelo DATA, o que certamente vai refletir deformações no resultado. Mulheres e homens com idade entre 18 e 30 anos foram os dois primeiros grupos, e, mulheres e homens com idade entre 30 e 60 anos, os dois segundos grupos ouvidos.

Os “telefoneiros” do DATA, depois de identificada o(a) entrevistado(a) e explicada a razão do telefone, fazia a seguinte pergunta: Você trairia o seu parceiro? E antes que a pessoa respondesse acrescentavam a segunda pergunta: Por quê? Das poucas pessoas que se negaram a responder à indagação dos entrevistadores, a maioria é composta de homens.

Eis, pois, os resultados apurados pelo DATA Pergunta:

Você trairia o seu parceiro?

RESPOSTAS DE

MULHERES

HOMENS

MULHERES

HOMENS

HOMENS E MULHERES

Idade entre
18/30 anos.

Idade entre
18/30 anos.

Idade entre
30/50 anos.

Idade entre
30/50 anos.

Não, em respeito ao parceiro.

4

16,60%

3

12,50%

2

8,30%

3

12,50%

Não, por convicção pessoal.

8

33,30%

6

25%

6

25%

5

20,60%

Não, pelos meus filhos.

2

8,30%

4

16,60%

7

29,30%

5

20,60%

Sim, motivado(a) pela solidão.

3

12,50%

7

29,30%

5

20,60%

5

20,60%

Sim, para dar o outro nele(a).

6

25%

2

8,30%

3

12,50%

5

20,60%

Sim, motivado(a) pela oportunidade.

1

4,30%

2

8,30%

1

4,30%

1

5,15%

Dados: DATA Pergunta/2009

Nesta tomada de opinião foram ignoradas pela editoria do DATA as respostas equivalentes a “não sei”, “não souberam” ou “não quiserem responder”. Portanto, deve-se dizer que apenas os chamados “votos úteis” foram computados ao resultado final.

Os nossos “telefoneiros”, e isso foi verificado no resultado final, mais uma vez frisaram a tendência das mulheres a serem mais verdadeiras do que os homens no momento de responder à enquete. Como o DATA publica o que foi respondido e nunca aquilo “que se pensou em responder”, não pode amoldar em seus resultados essas suposições.

 

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