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NOVAS OPORTUNIDADES

Comunidade de Guaxupé está comemorando os muitos postos
de trabalho criados na cidade. Consultas ao SINE confirmam a tendência.


Neste começo de ano, uma tarefa que pode se tornar bastante agradável é a contagem de novos empregos na cidade, uma vez que muitos trabalhadores que estão por razões diversas,  fora do mercado de emprego,  são contratados principalmente no comércio,  em vagas que são temporárias e tornam-se definitivas.

Em Guaxupé consultas  ao SINE (Sistema Nacional de Empregos) e à Acig mostram alguns resultados promissores nesta questão.

No SINE, apesar de seu coordenador geral, Thiago Henrique Bento, afirmar que “nos ocupamos de empregos permanentes, por isso não posso fazer avaliações e nem tenho números neste setor específico de contratos temporários no final de ano, posso adiantar que,  em questão de empregos de uma maneira geral,  as notícias são boas no ano que passou: das 1.227 vagas que ofertamos, 1.060 foram preenchidas, sendo que as outras, pelo que acompanhamos, foram igualmente preenchidas por contatos diretos empresário e candidatos.”

Na Associação de Comércio e Indústria de Guaxupé, ACIG, a  consultora de vendas Andréia Faria nos explica  que “anteriormente os currículos para o final de ano  eram, feitos aqui na ACIG  e hoje isso  mudou: os candidatos enviam-nos  por email e assim não temos um retorno em relação aos contratados que ficam em definitivo no emprego”.

Porém Andréia não deixa de acentuar que um grande número de lojas foram abertas para o final do ano, o que, aliás, é bem visível para todos, principalmente em se tratando de lojas de roupas, tanto femininas com masculinas e infantil e assim, diz ela: “Acredito então que em virtude disto os temporários que se tornaram definitivo aqui não acompanham felizmente o índice do país, que decresceram este ano”, termina.

Decresceram, é verdade

Pelo Brasil afora, muitos trabalhadores brasileiros que conseguiram uma vaga temporária e tinham a expectativa de serem efetivados, se decepcionaram neste início de ano.

Só 15% dos trabalhadores temporários foram efetivados depois do último Natal. Em 2010, tinham sido mais: 28%. E em 2007, 34% conseguiram se manter nas empresas depois das festas, segundo levantamento da Associação das Empresas de Emprego Temporário.

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